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Archive for Agosto, 2007

Pixies

Pixies é um banda de rock alternativo formada em Boston – Massachusetts, em 1986. Separada em 1993 e depois novamente reunida em 2004, os Pixies tiveram um sucesso modesto nos Estados Unidos, mas foram significativamente mais bem sucedidos na Europa.

Black Francis também conhecido como Frank Black (nome real é Charles Thompson) (voz, guitarra), Joey Santiago (guitarra), Kim Deal (baixo, voz), e David Lovering (bateria) são os membros contínuos do grupo. A sua música melódica é distintiva, mas extrai em cima dos elementos do punk, com toques ocasionais de surf music e de outros gêneros.

Musicalmente, em determinada altura discutiu-se que os Pixies estavam à frente do seu tempo. No momento em que eles “estouraram”, os Nirvana estavam a gravar “Nevermind”, o album que seria uma revolução. Há muitas semelhanças entre as músicas das duas bandas e Kurt Cobain era conhecido de facto como fã do som dos Pixies. Numa entrevista à revista Rolling Stone, Kurt referiu-se a “Smells Like Teen Spirit” como uma tentativa falhada de compôr uma música dos Pixies. Este comentário, aliado a tributos similares de outras bandas grunge, gerou um interesse retrospectivo pelos Pixies.

Categories: Música

Foi a profissão que escolheste, agora aguenta-te!

Ontem um dos PC’s com funções mais importantes no parque informático resolveu fazer das suas (BSOD) e estive o dia todo (das 09:30 às 19:40) a tentar perceber que raio se passava com ele. Após várias tentativas (fustradas) para “salvar” o PC em questão, decidi avançar para uma clonagem do disco rígido. O problema ficou resolvido temporáriamente, mas foi um início de semana algo turbulento.
Hoje de manhã ao vir para o emprego elaborei, mentalmente, um plano de trabalho para o dia. Como de resto faço diariamente. Depois do dia de ontem, hoje eu merecia ter algo mais calmo e relaxante, ler os logs das aplicações instaladas nos servidores, fazer algumas actualizações, etc. Mas não meu caro visitante, ainda não é hoje!
Nestas coisas de gerir parques informáticos muitas vezes os planos saem ao contrário. Se não é a máquina, é algum utilizador pseudo-informático, o qual, mesmo com restrições nas políticas de utilizadores, consegue fazer merda. Não tenho nada contra os utilizadores. Muito pelo contrário, gosto de ajudar e explicar. Mas quando são espertinhos do PC doméstico a quererem aplicar os seus “conhecimentos” neste parque informático, vou aos arames. Penso que é sobretudo uma falta de respeito por quem tem de ficar algumas horas a solucionar o problema. E também uma grande falta de consciência.

Categories: Pessoal

“Don’t get mad, get val1um”

13:05

Acabei de receber um e-mail de uma senhora chamada Rosie Vance, a qual chamava a minha atenção para eu não me enervar, através do ‘Assunto’ da mensagem recebida: “Don’t get mad, get Val1um!”.

Francamente não faço ideia como a minha mais recente conselheira, Rosie Vance, na qualidade de Spammer, descobriu que esta manhã só não mandei a minha colega que gere a ferramenta da gestão do imobilizado da empresa onde trabalho, para aquele “lugar” de onde ela veio há cerca de 40 anos atrás, porque os meus pais ensinaram-me que a boa educação fica sempre bem! No entanto, tenho de tirar o chapéu há Rosie pela perspicácia e sentido de oportunidade dela. Só é pena esta Spammer não ter sido mais rápida no envio do seu e-mail, porque aí talvez eu tivesse tomado o tal Val1um, em vez de ter fumado dois cigarros seguidos enquanto contava até 10… x 1000!

Categories: Humor

Googlar por música!

Para encontrar música para download no Google utilize o seguinte código:

intitle:index.of “categoria″ +”texto” -htm -html -php -asp “last modified”

Categorias válidas (substitua a palavra categoria, no código anterior, pelas seguintes opções):
/appz/
gamez
dvdrip
xvid
mp3

Por exemplo, para pesquisar música do Sting (categoria mp3) utiliza-se o seguinte código:

intitle:index.of “mp3″ +”sting” -htm -html -php -asp “last modified”

Categories: Internet

A “música planetária brasileira” de Lenine

Depois d’Os Novos Baianos terem estabelecido uma ligação coerente entre uma grande diversidade de estilos musicais nos anos 70, e dos Paralamas do Sucesso terem dado continuidade ao movimento na década seguinte, Lenine assumiu o comando das operações nos anos 90, divulgando, em conjunto com nomes como Otto, O Rappa, Chico Science & Nação Zumbi, Mundo Livre S.A., Pedro Luís e a Parede e Carlinhos Brown, o chamado movimento Mangue Beat.
Pernambucano do Recife, Osvaldo Lenine Macedo Pimentel ouviu rock até aos dezassete anos, altura em que descobriu o “Clube da Esquina”, de Milton Nascimento, e em que assistiu a um concerto de Gilberto Gil. Aos dezoito, trocou Pernambuco pelo Rio de Janeiro e participou no festival da TV Globo, MPB 81, com o tema “Prova de Fogo”.

Lenine é hoje considerado um dos mais inteligentes músicos, compositores e produtores do Brasil, que depois de ter apostado na divulgação a nível nacional do tradicional maracatu da sua terra natal, misturou-o com laivos de pop e apresentou-o ao mundo, com a ajuda de Mestre Ambrósio, Chico Science & Nação Zumbi, Antônio Nóbrega e Maracatu Nação Pernambuco.
O seu primeiro álbum foi editado em 1983. Intitulado “Baque Solto”, o registo contou com a colaboração do músico Lula Queiroga e procurou essencialmente estabelecer uma ponte entre as sonoridades do nordeste brasileiro e o pop/rock. Só depois de um hiato de dez anos, o músico regressou às edições discográficas, com “Olho de Peixe”, mais um registo gravado em parceria, desta feita com Marcos Suzano, um percussionista conceituado habituado a trabalhar exclusivamente com grandes músicos. O disco foi muito bem recebido pelos fãs da MPB e figurou entre os cem mais vendidos do ano no mercado japonês.

O primeiro disco a solo de Lenine foi “O Dia Em Que Faremos Contacto”, um disco misturado nos estúdios Realworld de Peter Gabriel, que viu a luz do dia em 1997. O álbum valeu ao músico dois prémios Sharp, nomeadamente para Melhor Artista Revelação e Melhor Canção, com o tema “A Ponte”, gravado em conjunto com Lula Queiroga.
O tempo que se seguiu foi passado na estrada, numa digressão que percorreu o Brasil e o Japão, e em 1999 Lenine participou no projecto “Carte Blanche”, em Paris, a convite de Caetano Veloso.
Em Agosto do mesmo ano, Lenine fez chegar às lojas o seu tão aguardado segundo álbum a solo, intitulado “Na Pressão”. O registo reuniu colaborações de artistas como Arnaldo Antunes, Dudu Falcão, Lula Queiroga, Paulinho Moska, entre outros, e incluiu uma homenagem ao mestre Jackson do Pandeiro, no tema “Jack Soul Brasileiro”.

Da mistura de universos tão distintos como o samba, rap, maracatu, funk, embolada, balada, rock, techno e jungle, resultou um disco marcado pela criatividade, e que para além de ter fugido aos padrões da pop habitual, misturando tradição com inovação, fê-lo sempre com grande dose coerência.

Nota final: Tive o primeiro contacto com a música de Lenine há cerca de 7 anos atrás, através do meu amigo Beto Bollo. Há pessoas que nos marcam pelos mais diversos motivos. No caso do Beto, lembrar-me-ei para sempre da oportunidade que ele me deu de conhecer o outro lado da música popular brasileira.

Lenine – Todas Elas Juntas Num Só Ser

Nome completo: Osvaldo Lenine Macedo Pimentel
Origem: Recife, Pernambuco
Website: www.lenine.com.br

Categories: Música

Desatino com os gajos do tunning!

É verdade meus amigos. Acredito que os gajos do tunning não são todos iguais, ou melhor, anormais, mas existem comportamentos comuns a todos eles. Não é difícil caracterizar ao pormenor esta espécie, mas nem me vou dar ao trabalho de o fazer porque o que mais há por essas estradas fora são exemplares dessa ave que, infelizmente, não é rara. Pelo contrário, reproduzem-se como coelhos!

Existem dois tipos principais de gajos do tunning: os que têm dinheiro e compram grandes bombas, personalizam o carro a gosto, enchem-no de artilharia visual e sonora e saem para o engate. E há também aqueles que pegam no Opel Corsa que o papai ofereceu, enfiam-lhe o autocolante «No Fear» e umas jantes todas xpto, mas depois não têm dinheiro para comprar os pneus à medida, porque o subwoofer cuspiu o que restava do salário em decibéis. Qualquer um deles quando estaciona o seu brinquedo para ir ao supermercado, deixa o som do DJ MadCrazyFuckMC bem alto para que todas as pessoas num raio de 2Km possam apreciar a aparelhagem que o cromo instalou no seu racing car.

Mas o que realmente me leva aos arames é o comportamento dos gajos do tunning na estrada. Os inconscientes crescem a jogar o «Need For Speed» e ao chegarem aos 18 anitos esquecem-se que na vida real não há a possibilidade de fazer restart. Nem para eles, nem para os outros que conduzem (mais ou menos) segundo as regras de trânsito, de educação e de civismo. Para os gajos do tunning cada novo troço que aparece, como é o caso do novo acesso à zona industrial da Praia da Vitória, é como o nível seguinte de um qualquer jogo da PS2 ou da XBox.

Penso que este é apenas mais um problema de (falta de) educação cívica no nosso querido Portugal.

Categories: Fricção