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Archive for Setembro, 2007

The Stone Roses

The Stone Roses foi uma das mais influentes bandas do pop rock inglês entre o fim da década de 1980 e o inicio da década seguinte, formando com os Happy Mondays e o Charlatans o movimento conhecido como Madchester, na cidade de Manchester, Inglaterra.
As influências da banda eram a emergente cena acid house e eletrónica da cidade e do Reino Unido. A mistura de guitarras com dance music seguiu um curso natural iniciado pelos também ingleses New Order na década de 80. Desde os Stone Roses essa mistura nunca mais foi a mesma, lançando tendências dentro da música dos anos 90.
A banda infelizmente ficou a mercê de confusões contratuais após o primeiro disco, gravando o segundo disco somente 5 anos depois.

Formação clássica (Novembro de 1987 a Março de 1995)
Ian Brown – Voz
John Squire – Guitarra
Mani (Gary Mounfield) – Baixo
Reni (Alan Wren) – Bateria e segunda voz

Outros
Andy Couzens – Guitarra. Deixou a banda em Julho de 1986 após um desentendimento com Gareth Evans, empresário da banda.
Pete Garner – Baixo. (Fevereiro de 1984 – Agosto de 1987)
Cressa, (Steve Cressa) – 5° membro não oficial da banda e técnico de efeitos da guitarra (1989-1990).
Robbie Maddix – Bateria (até Julho de 1995). Substituiu Reni em Abril de 1995.
Nigel Ippison – Teclado. Tocou com a banda durante as últimas apresentações do álbum Second Coming de Julho de 1995 em diante.
Aziz Ibrahim – Guitarra. Substituiu John Squire em Abril de 1996.

Discografia
Álbuns
The Stone Roses (1989)
I Wanna Be Adored Ouvir
Fools Gold Ouvir

Second Coming (1994)
Love Spreads Ouvir
Begging You Ouvir

Compilações
Turns Into Stone (1992)
The Complete Stone Roses (1995)
Garage Flower (1996)
Remixes (2000)
The Very Best of The Stone Roses (2002)

Outras informações
Prémios
Em Junho de 2004 o jornal britânico The Observer, e em 2006 a NME, escolheram o album de estréia da banda como o melhor disco britânico de todos os tempos, à frente dos The Beatles e dos Rolling Stones, em que os membros do júri eram jornalistas e músicos.

Categories: Música

150 “Sketches” dos Monty Python

… acabadinhos de chegar via email!

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Aqui fica o link.

Categories: Humor

Há profissões sexy e outras que nem por isso!

Quem nunca teve de tomar decisões que, mesmo tendo consciência de que são as mais acertadas, poderão causar um certo mal estar no local de trabalho? Gerir um parque informático implica tomar algumas decisões, que podem ser interpretadas como atitudes arrogantes de quem tem de garantir o bem estar dos sistemas. Temos a hipótese de optar entre deixar as coisas rolarem ao sabor do vento (que é a atitude mais fácil e mais cómoda), ou cortar o mal pela raíz, que é como quem diz cortar determinados acessos ou impor regras mais restritas de utilização, quer ao nível aplicacional quer de hardware. E em último recurso levar o caso ao Chefe do Estado Maior (leia-se administrador da empresa).
Eu prefiro não deixar as coisas rolarem ao sabor do vento! Mais tarde ou mais cedo este muda de direcção. E por isso caros visitantes, posso desde já garantir que existem profissões que são sexy, isto é, são bem vistas por todos (principalmente se não interferirem com os chico espertos) e existem outras, como é o caso da minha, que de sexy têm muito pouco. Excepto quando existe um problema e a sua resolução passa, obrigatoriamente, pelo informático. Aí sim somos os gajos mais sexys do mundo! Qual Brad Pitt qual nada…

Categories: Pessoal

Shāh Māt

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Shāh māt (xeque-mate) é um termo persa que significa rei morto.

A primeira referência literária que se conhece sobre o jogo de xadrez, aparece na sutra Brahmajala que pertence ao texto budista Digha Nikaya, escrita na Índia aproximadamente em 500 a.C. A primeira referência na Pérsia é datada do Século VI, onde a palavra indiana chaturanga já aparece como Shatranj. As mais antigas peças de xadrez também datam do Século VII. Aproximadamente em 800 d.C. o jogo chega à China e passa a ser conhecido, com algumas modificações, como Xiangqi. O Shatranj foi assimilado pelo mundo islâmico após a conquista da Pérsia pelos muçulmanos, e as peças mantiveram durante muito tempo os seus nomes persas. Em português o nome do jogo tornou-se xadrez, em espanhol como ajedrez, em turco como satranc e em grego como zatrikion, entretanto, no resto da Europa oriental e na Rússia foram adoptadas versões do persa shāh (significando rei). O jogo chegou à Europa oriental e a Rússia por pelo menos três rotas distintas, a primeira delas aproximadamente no Século IX. Na passagem do primeiro milénio da nossa era, o jogo já se tinha difundido por toda a Europa e atingido a Península Ibérica no Século X, conforme está escrito no famoso manuscrito do Século XIII Libro de los juegos.

Fonte: Wikipedia

Categories: Não Categorizado

A portuguesa de todos os portugueses

Estava eu em frente ao ecrãn da televisão a ver os primeiros minutos do jogo de futebol Portugal – Sérvia, mas ainda a pensar na Portuguesa. Não, não era a portuguesa de Vila Nova da Boca do Cão, com o seu bigode farfalhudo e de enxada na mão, e também não era a portuguesa morena, elegante e com os seus belos olhos verdes, toda boazona. Pensava sim no nosso Hino Nacional “A Portuguesa”.

Modéstia à parte, não conheço nenhum outro hino, de qualquer outro país, tão bonito e poderoso como o hino português. Não quer dizer que não exista, mas se existe eu nunca o ouvi. “A Portuguesa” transmite força, raça, história e tudo mais que Portugal possa, um dia, voltar a ter.

Mas afinal qual é a história desta bela Portuguesa? Onde e em que circunstâncias ela nasceu?

“A Portuguesa” nasceu na antiga Estalagem dos Vales em Ferreira do Zêzere, no final do séc. XIX, pelas palavras de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil. O edifício foi, há pouco mais de 1 ano, demolido restando apenas as paredes mestras. A ideia era criar ali um museu e o seu proprietário estava disposto a vender o imóvel.

Mas vamos regressar um pouco mais no tempo e conhecer os antecedentes históricos do Hino Nacional. (Daqui para a frente é um copy/paste descarado do website do arquivo da presidência do Drº Jorge Sampaio. Depois de eu verificar que o Portal do Governo fez o mesmo fiquei mais descansado. Se eu for preso eles também vão!)

HINO NACIONAL – Antecedentes

«Se a Bandeira Nacional é um símbolo visível, o Hino Nacional constitui a exteriorização musical que proclama e simboliza a Nação.

Só a partir do século XIX os povos da Europa criaram o uso de cantar os hinos, quando um movimento de opinião levou a que cada estado estabelecesse uma composição, com letra e música que fosse representativa e oficial. Até então os povos e os exércitos conheciam apenas os cantos e os toques guerreiros próprios de cada corpo e as canções relativas aos acontecimentos dignos de memória.

Durante a Monarquia, o ideário da Nação Portuguesa estava consubstanciado no poder do rei. Não havia a noção de um hino nacional, e por isso as peças musicais com carácter público ou oficial identificavam-se com o monarca reinante.

Neste contexto, ainda em 1826, em Portugal era considerado como hino oficial o Hymno Patriótico, da autoria de António Marcos Portugal.

Este hino inspirava-se na parte final da cantata La Speranza o sia l’Augurio Felice, composta e oferecida pelo autor ao Príncipe Regente D. João quando este estava retirado com a Corte no Brasil, e que foi representada no Teatro de São Carlos em Lisboa, a 13 de Maio de 1809 paracelebrar o seu aniversário natalício.A poesia do Hymno Patriótico teve diferentes versões face às circunstâncias e aos acontecimentos da época, tornando-se naturalmente generalizada e nacional pelo agrado da sua expressão marcial, que estimulava os ânimos aos Portugueses, convidando-os à continuação de acções heróicas. Com o regresso do Rei ao País, em 1821, o mesmo autor dedicou-lhe um poema que, sendo cantado com a música do Hino, rapidamente se divulgou e passou a ser entoado solenemente. Entretanto, na sequência da revolução de 1820, foi aprovada em 22 de Setembro de 1822 a primeira Constituição Liberal Portuguesa, que foi jurada por D. João VI. D. Pedro, então Príncipe Regente no Brasil, compôs o Hymno Imperial e Constitucional, dedicado à Constituição.

Após a morte do Rei, e com a subida de D. Pedro IV ao trono, este outorgou aos portugueses uma Carta Constitucional. O hino de sua autoria generalizou-se com a denominação oficial de Hymno da Carta, tendo sido considerado oficialmente como Hymno Nacional e por isso obrigatório em todas as solenidades públicas, a partir de Maio de 1834.

Com a música do Hymno da Carta compuseram-se variadas obras de natureza popular (modas) ou dedicadas a acontecimentos e personalidades de relevo, identificando-se em pleno com a vida política e social dos últimos setenta anos da Monarquia em Portugal.

Nos finais do século XIX, A Portuguesa, marcha vibrante e arrebatadora, de forte expressão patriótica, pela afirmação de independência que representa e pelo entusiasmo que desperta, tornara-se, naturalmente e por mérito próprio, um consagrado símbolo nacional.

Porém, o Hino, que fora concebido para unir os Portugueses em redor de um sentimento comum, pelo facto de ter sido cantado pelos revolucionários de 31 de Janeiro de 1891, foi desconsiderado pelos monárquicos e proibida a sua execução em actos oficiais e solenes.

Quando da implantação da República em 1910 A Portuguesa aflora espontaneamente de novo à voz popular, tendo sido tocada e cantada nas ruas de Lisboa.

A mesma Assembleia Constituinte de 19 de Junho de 1911, que aprovou a Bandeira Nacional, proclamou A Portuguesa como Hino Nacional.

Era assim oficializada a composição de Alfredo Keil e Henrique Lopes de Mendonça que, numa feliz e extraordinária aliança de música e poesia, respectivamente, conseguira interpretar em 1890, com elevado sucesso, o sentimento patriótico de revolta contra o Ultimato que a Inglaterra, em termos arrogantes e humilhantes, impusera a Portugal.

Em 1956, constatando-se a existência de algumas variantes do Hino, não só na linha melódica, como até nas instrumentações, especialmente para banda, o Governo nomeou uma comissão encarregada de estudar a versão oficial de A Portuguesa, a qual elaborou uma proposta que, aprovada em Conselho de Ministros em 16 de Julho de 1957, é a que actualmente está em vigor.

O Hino é executado oficialmente em cerimónias nacionais civis e militares onde é rendida homenagem à Pátria, à Bandeira Nacional ou ao Presidente da República. Também, quando se trata de saudar oficialmente em território nacional um chefe de Estado estrangeiro, a sua execução é obrigatória, depois de ouvido o hino do país representado.»

Categories: Não Categorizado

Pedigri uma ova!

Ando a ficar farto do meu PC! Francamente. De vez em quando lá vem ele com exigências, como se fosse o último computador à face da terra. Imaginem que hoje após o almoço, ao sentar-me na secretária em frente ao Sr. Quero Posso e Mando, este vira-se e remata:

- «Pá tou a precisar de uma cirurgia plástica. Tou farto da minha aparência!»

Ao que respondi, assim como quem não quer dar muita importância às mariquices dele:

- «Tás o quê?…»

- «Farto, tou farto de ser XP! Já viste o Vista, como é tão sexy e apelativo? Penso que já está mais do que na hora de fazeres alguma coisa para melhorar o meu estado de espírito.»

Notei alguma arrogância na forma como ele colocou o seu ponto de vista (vista… esta palavra enerva-me…).
«Calma Miguel, não entres a partir, precisas mais dele do que ele de ti…». De forma que:

- «MAS TU ÉS DOIDO OU QUÊ?!?! Vê lá é se tens juízo e grava aí esse batch file que eu tenho mais que fazer! Dasse…»

Sei que devia ter sido mais atencioso, afinal de contas ele é a minha principal ferramenta de trabalho. Por essa razão é que não quero essa tentativa falhada de sistema operativo a tirar-me o juízo. Bom, semiei ventos e colhi a tempestade. Reparem:

«Tu és uma besta! Não tens consideração nenhuma por quem faz das tripas coração para que possas trabalhar de forma descansada e sem grandes atribulações, blá blá blá… Olha que eu sou um ThinkPad! Eu sou um IBM!! Não sou um qualquer PCzito de merda que por aí anda! EU TENHO PEDIGRI!!!» – gritava ele histérico, como se aquele tipo de atitude me fizesse mudar de ideias.

- «Ó cromo vê se paras com essa postura de puto mimado e faz alguma coisa. Como por exemplo gravar, aliás como já te pedi, esse batch. E não penses que és perfeito, ok? Não te esqueças que na semana passada fiquei 3 horas, sim 3 horas, à tua volta a tentar perceber porque razão o TVTScheduler.exe estava a ocupar mais de 80% de utilização do processamento enquanto levava a tua temperatura a níveis nunca antes vistos!! Pedigri o caraças. Pedigri tenho eu para sofrer essas tuas manias, manhoso de um raio!»

«Mas o Vista é tão lindo… tão elegante!» – insistia o anormal.

«Lindo é quando ele funcionar como deve ser. Até lá é uma merda com a mania das aparências, que só serve para embelezar e chupar recursos do sistema! Assim como o José Castelo Branco a chupar os dólares da velha, se bem que não acredito que o sistema dela funcione… nem que esteja actualizado…» – retorquia eu.

- «És um estúpido!»

- «Pois sou, mas é para o teu bem. Vá, quando eu achar que o Vista é digno das tuas características, serei o primeiro a reconhecê-lo, e nessa altura ofereço-te essa tal “plástica” que tanto desejas, instalando-o.»

- «Prometes?…»

- «Já alguma vez faltei com a minha palavra perante ti, meu amigo?»

- «Não… desculpa a minha atitude. Tenho tido uns dias difíceis sabes? Dá cá um abraço!

- «Claro… mas agora grava aí esse batch se faz favor pá!»

E foi assim o início de trabalho após um belo almoço de peixe assado no forno. Mas há dias piores, muito piores!

Categories: Humor

O vício de fumar…

…é a mais sinistra e enganadora armadilha montada pelo Homem. Não poderíamos ter concebido nada mais engenhoso.

E eu caí… estúpido!

Categories: Pessoal

Limpe as botas para eu lambê-las, por favor!

Se há determinado tipo de pessoas que admiro são os “Lambe Botas”. É verdade meus caros! Admiro a facilidade com que esta espécie muda de opinião, posição ou postura, consoante o interesse pessoal e/ou o objectivo profissional. Quem me dera conseguir essa proeza e abdicar dos princípios com que oriento a minha vida. E, sobretudo, fazer isso de forma consciente.

Mas afinal quem é o “Lambe Botas”? O “Lambe Botas” é omnipresente. Muitas vezes não tem inteligência para ser discreto, mas a verdade é que na maioria dos casos joga na sombra. O “Lambe Botas” está à nossa volta, sorri e é amigo de todos. Bom, na verdade ele é amigo sim, mas de si próprio. Ele é traiçoeiro e não olha a meios para atingir os seus objectivos, o que faz com que seja perigoso para quem tem de lidar com ele com frequência. O “Lambe Botas” é informador, lambe as botas a quem o pode beneficiar com as informações. Tem também uma capacidade excepcional para elogiar o dono das botas, o que faz dele, em muitos casos, um mentiroso compulsivo.

Na história reza que Salazar se serviu dos “Lambe Botas”. Não me admiro absolutamente nada. Mas hoje, caros visitantes, o “Lambe Botas” é mais perigoso porque ele tem acesso a mais informação, não vivêssemos nós na era da comunicação. No entanto, há uma característica que ele nunca perdeu com o passar do tempo: continua colado ao chefe, ou ao candidato ao apetecido cargo.

Mas não se enganem, muitas vezes o “Lambe Botas” não é o propriamente aquele(a) que aspira ao cargo ou à vaga em aberto (ou que vai abrir para ele(a)…). Muitas vezes quem lambe as botas é seu o papá, a sua mamã, o seu tio, marido ou até mesmo o avô.

Enfim, para finalizar, os “Lambe Botas” sempre existiram e continuarão a existir. Temos de lidar com eles, ponto.

Categories: Fricção