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Archive for Abril, 2008

Relatividade Cultural

Num arquipélago maravilhoso e deserto, no meio do nada, naufragaram as seguintes pessoas:

  • dois italianos e uma italiana;
  • dois franceses e uma francesa;
  • dois alemães e uma alemã;
  • dois gregos e uma grega;
  • dois ingleses e uma inglesa
  • dois búlgaros e uma búlgara;
  • dois japoneses e uma japonesa;
  • dois chineses e uma chinesa;
  • dois americanos e uma americana
  • dois irlandeses e uma irlandesa;
  • dois portugueses e uma portuguesa;

Passado um mês, nestas ilhas absolutamente maravilhosas, no meio do nada, passava-se o seguinte:

  • Um italiano matou o outro italiano por causa da italiana;

  • Os dois franceses e a francesa vivem felizes juntos num menage-a-trois;

  • Os dois alemães marcaram um horário rigoroso de visitas alternadas à alemã;

  • Os dois gregos dormem um com o outro e a grega limpa e cozinha para eles;

  • Os dois ingleses aguardam que alguém os apresente à inglesa;

  • Os dois búlgaros olharam para o oceano, depois olharam para a búlgara e começaram a nadar;

  • Os dois japoneses enviaram um fax para Tóquio e aguardam instruções;

  • Os dois chineses abriram uma farmácia/bar/restaurante/lavandaria, e engravidaram a chinesa para lhes fornecer empregados para a loja;

  • Os dois americanos estão a equacionar as vantagens do suicídio porque a americana só se queixa do seu corpo, da verdadeira natureza do feminismo, de como ela é capaz de fazer tudo o que eles fazem, da necessidade de realização, da divisão de tarefas domésticas, das palmeiras e da areia que a fazem parecer gorda, de como o seu último namorado respeitava a opinião dela e a tratava melhor do que eles, como a sua relação com a mãe tinha melhorado e de que, pelo menos, os impostos baixaram e também não chove…;

  • Os dois irlandeses dividiram a ilha em Norte e Sul e abriram uma destilaria. Eles não se lembram se sexo está no programa de actividades, por ficar tudo um pouco embaciado depois de alguns litros de whisky de coco. Mas estão satisfeitos porque, pelo menos, os ingleses não se estão a divertir…;

  • Quanto aos dois portugueses e à portuguesa, até agora não se passou nada porque os dois homens resolveram constituir uma comissão encarregada de decidir qual deles seria autorizado a requerer por escrito o estabelecimento de contactos íntimos com a mulher. Acontece que a comissão já vai na 17ª reunião e até agora ainda nada se decidiu, até porque falta ainda aprovar as actas das 5 últimas reuniões, e dessa forma o processo não poderá andar para a frente. Vale ainda a pena referir que, de todas as reuniões, 3 foram dedicadas a eleger o presidente da comissão e respectivo assessor, 4 ficaram sem efeito dado ter-se chegado à conclusão que tinham sido violados alguns princípios de procedimento administrativo, 8 foram dedicadas a discutir e elaborar o regulamento de funcionamento da comissão e 2 foram dedicadas a aprovar esse mesmo regulamento. É ainda notável que muitas das reuniões não puderam ser realizadas ou concluídas, já que duas não continuaram por falta de quórum, uma ficou a meio em sinal de protesto pelo Tibete e 5 coincidiram com feriados ou dias de ponte.

Recebido por email. Se conhecerem o autor dêem-lhe, se faz favor, os parabéns por mim.

Categories: Humor

Para um grande mal, um grande remédio.

Devido ao endividamento constante dos portugueses e por consequência o “crédito mal parado”, a nossa fiel amiga Banca resolveu tomar medidas concretas e lembrou-se de uma forma de dificultar o acesso ao crédito:

Aumentar os juros!

Fabuloso, não?

Categories: Fricção

Quando a inspiração vem inspirada eu é que me lixo!

Desculpem-me por insistir neste assunto, mas é tramado quando estamos dependentes da inspiração para lançar mais um post às feras. Sou um chato – xato jovem, chato significa xato – e tenho consciência disso, no entanto não gosto de dar secas, portanto quem quiser sair aqui está à vontade. Eu compreendo.
Há dias em que a inspiração simplesmente não aparece. Ponto. Falta aos seus compromissos sem avisar com antecedência, deixando-me numa situação em que tenho que optar por uma de duas hipóteses: enviar uma banalidade qualquer para o blog ou ir ali ao quiosque ver se o Benfica ainda mexe.
Passado algum tempo a inspiração regressa, igual a si própria, como se tivesse ido apenas comprar cigarros e já volto. Aparece, por vezes, com um comportamento que me leva a pensar se terá estado a consumir shots de Vodka e linhas de coca nas últimas 6 horas. E se eu quiser acompanhá-la tenho de beber quatro cálices de Porto acompanhados de dois Mon Cheri.
A inspiração vem inspirada e eu é que me lixo – novamente – porque tenho de, uma vez mais, fazer uma escolha. E essa escolha é tão simples como isto: optar por um dos diversos temas que gostaria de abordar, aproveitando os breves momentos em que a inspiração está presente, acelerada é certo, mas a colaborar.

Categories: Cenas do Blogue, Pessoal

O mundo mágico dos Crayola Crayon

A vinda dos norte americanos para a ilha Terceira, ainda antes do fim da 2ª Guerra Mundial, trouxe desde logo para a ilha, produtos de origem norte americana e de marcas sobejamente conhecidas em qualquer parte do mundo nos dias de hoje, as quais chegaram ao comércio português apenas há alguns anos atrás. Hmm… há 20, talvez. Afinal não são assim tão poucos.
Bom, de qualquer forma lembro-me que quando eu tinha uns 10, 11 anos de idade, um dos pontos altos dos meus fins de semana era ir a casa da minha avó materna – infelizmente não conheci o meu avô Francisco – e dos meus avós paternos. Conheci bem o meu avô paterno, era um homem com uma história de vida cheia de passagens muito interessantes. Mas voltando ao que estava a dizer, quando chegávamos – eu, o meu irmão e os meus pais – a casa dos meus avós paternos, que viviam perto da Base das Lajes, sabíamos o que nos esperava lá: uma Coca-Cola americana bem fresca para mim e outra para o meu irmão. Lembro-me de beber aquele antigo xarope (ao qual foi adicionado gás) com uma satisfação tal, que arrotava como se tivesse bebido uma Sagres. Mas a bebida preferida do Pai Natal é apenas um exemplo, podia aqui falar também dos Snikers e de outros chocolates, dos ténis/sapatilhas Nike ou das calças de ganga Levi Strauss.
Mas vou falar, ou melhor, fazer uma breve referência aos lápis de cera Crayola Crayon, porque uma das coisas que mais me dava prazer em criança era desenhar e pintar, de preferência com os Crayons que vinham da base. Ainda hoje, quando os vejo, sinto “aquela” nostalgia.

Os Crayola Crayon surgiram em 1903 e cada caixa continha 8 lápis, com as seguintes cores: vermelho; azul; amarelo; verde; violeta; cor-de-laranja; preto e castanho. Hoje existem 120 cores devidamente identificadas por nome e referência hexadecimal, distribuídas por 23 tons de vermelho, 20 de verde, 19 de azul, 16 de roxo, 14 de laranja, 11 de castanho, 8 de amarelos, 2 de cinzento, 2 de cobre, 2 tons de preto e 1 branco. Existe ainda 1 tom dourado e outro prateado.
Todos os anos são produzidos cerca de 3 biliões de lápis Crayons, a uma média de 12 milhões por dia. Até hoje foram feitos mais de 100 biliões unidades, número suficiente para dar seis voltas coloridas ao mundo!
O nome Crayola foi criado por Alice Binney, mulher do fundador da marca, um ex-professor chamado Edwin Binney. Alice juntou as palavras craie – giz em francês – e ola, porque os Crayons são feitos de parafina à base de petróleo.

Querem mais? Cliquem aqui!

Categories: Não Categorizado

Entretenimento à «camone»!

Para a esmagadora maioria grande parte dos americanos tudo é superficial, tudo é entertainment. E se esse entretenimento gerar uns milhares de dólares tanto melhor. Não interessa se está em causa o futuro daquela que é considerada a maior potência do planeta, e por consequência – infelizmente – também o futuro dos mercados económicos do “resto do mundo”. [Link]

O vídeo no link acima não tem interesse nenhum, serve apenas de complemento à opinião que manifesto neste post.

Editado a 25-04-2008
Após reflectir sobre o que escreveu a Joaninha no seu comentário a este post, resolvi alterar de a esmagadora maioria para grande parte. O resto mantém-se.

Categories: Cromos

A complexidade do algoritmo do Google

O Google é enorme. Atrevo-me até a afirmar que o Google é um monstro! O Google, minhas senhoras e meus senhores, recebe mais tráfego do que qualquer outro site da World Wide Web.

Encontrar informação útil e correcta na Web pode ser, por vezes, um desafio que o virtual oferece aos utilizadores, tal é a quantidade de porcaria que se encontra na rede. Segundo a Netcraft existem actualmente mais de 150 milhões de sites activos na Internet e a tarefa encarregue da pesquisa por informações úteis nos motores de busca, como o Google, é monumental. É por isso que os motores de busca utilizam algoritmos – instruções matemáticas que informam os sistemas de como realizar as tarefas que lhes são atribuídas.
O algoritmo do Google faz o trabalho pesado por nós – utilizadores – conduzindo buscas em páginas da Web que contenham os termos de pesquisa empregues, classificando-os de acordo com a relevância dos retornos tendo em conta diversos factores, incluindo o número de vezes que o termo pesquisado aparece na página. As páginas que recebem a classificação mais elevada surgem nas posições mais elevadas da página de resultados de busca (SERP) do Google, o que significa que os links que melhor atendem à pesquisa são os que surgem em posições mais elevadas na página do Google. Para webdesigners e responsáveis por Websites, uma posição de destaque nos retornos do Google pode resultar num grande aumento de tráfego e, consequentemente, numa maior visibilidade.
A função de pesquisa por palavras de referência no Google assemelha-se à de outros serviços de busca. Utilizam-se programas automatizados conhecidos como spiders (aranhas) ou crawlers (indexadores) que percorrem a Web, saltando de link em link e construindo uma página de índice que inclui determinados termos da pesquisa. Por sua vez, o Google consulta esse índice quando um utilizador executa uma procura e o motor de busca cria uma lista de páginas que contenham as palavras digitadas pelo utilizador. Os spiders do Google também podem ter funções mais avançadas, como a capacidade de determinar a diferença entre páginas da Web que ofereçam conteúdo real e páginas de encaminhamento (páginas que existem apenas para conduzir tráfego a um outro site).
A colocação dos termos de busca afecta a forma através da qual o Google localiza websites. O Google procura pelos termos da pesquisa em todas as páginas, mas algumas secções são mais importantes do que outras. Por exemplo, incluir o termo de busca no título da página é uma boa ideia. Além disso também procura pelos termos de pesquisa entre os cabeçalhos de um site.

Mas qual é exactamente o algoritmo secreto da empresa? Ninguém sabe ao certo.

Categories: Internet

30 segundos só p’ra dizer que…

1. Esta história da demissão de Luís Filipe Meneses em consequência dos ataques que sofreu dentro do seu próprio partido, fez-me recordar uma frase de Sir Winston Leonard Spencer Churchill, que dizia mais ou menos o seguinte: «Os meus inimigos políticos não estão na oposição, mas sim dentro do meu partido. São eles que querem o meu lugar!»

2. Apesar de ser benfiquista, penso que o SLB não merece o segundo lugar no campeonato português e, dessa forma, ter acesso directo à Liga dos Campeões. E nem o seu rival SCP tem trabalhado para chegar lá. Por isso dou o meu apoio ao Vitória de Guimarães. Eles sim merecem o prémio pelo que têm feito jogo após jogo, desde a passada época 2006/2007.

(Dois breves comentários, um sobre política e outro sobre futebol. Faltou fazer um comentário sobre gajas, mas como não sei se a minha mulher já passou cá hoje, o melhor é ficar quietinho. De qualquer forma, já toda a gente sabe que a Floribela tem umas mamas falsas novas.)

Categories: Outras Tretas

Quantos anos tens… na Internet?

Todos nós, utilizadores da World Wide Web (www), temos uma idade na Internet. Não sabiam? Eu também não, até conhecer o my internet age, um questionário da operadora inglesa Orange que nos diz que idade temos no mundo virtual.
Um pouco à semelhança dos cães que contam os aniversários num calendário próprio, também a nossa experiência na Web difere da mera contagem dos dias que já passámos dentro de um Browser.
Depois de ter respondido às questões colocadas pelo my internet age – as quais foram elaboradas pela Universidade de Central Lancashire – fiquei a saber que tenho 13 primaveras no mundo virtual, o que não é mau, tendo em conta que a Internet conta com 16 anos de idade.

Um pormenor: note-se que nestes 13 anitos virtuais não está incluída a utilização de chatrooms nem do inútil hi5, ou outras merdas do género.

Categories: Internet, Websites