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Archive for Outubro, 2008

JS: ficheiro ou “jotinha”?

Acabei de configurar o InterScan VirusWall num dos servidores, neste caso o servidor utilizado para a segurança do parque informático, onde estão instalados os produtos da Trend Micro e o Microsoft Internet Security and Acceleration (ISA) Server 2006.
Nas configurações de filtragem de conteúdo de mensagens utilizando o protocolo SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) inseri tipos de ficheiros conhecidos que devem ser retidos em quarentena no caso de se verificar que estes estão inseridos como anexos nas mensagens recebidas. Falo por exemplo de ficheiros ‘pif’, ‘bat’, ‘exe’ e tantos outros, mas se for para os referir todos não chego a acabar este post.
Há no entanto um tipo de ficheiro que não quero deixar de mencionar: o ‘js’. A extensão de ficheiro ‘js’ significa que se pode tratar de um ficheiro JavaScript (ficheiro de texto contendo código para executar instruções JavaScript em páginas Web), ou de um ficheiro executável JScript (a versão JavaScript da Microsoft).
Mas há uma terceira razão para eu ter inserido a extensão de ficheiro ‘js’ na filtragem de conteúdos acima referida: JS é também a sigla da Juventude Socialista e de malware socialista estou eu farto! Este é um exemplo do que digo.

Trocadilhos à parte, o InterScan VirusWall está configuradinho e todo lindo. :)

Categories: Pessoal

Era uma vez num reino distante

Categories: Imagens

Os blogues enquanto blogues

É do conhecimento público que a Internet é cada vez mais um meio poderoso no que respeita à divulgação e ao acesso à informação, para o bem e para o mal. Como também todos sabemos a blogosfera é uma das ferramentas virtuais mais utilizadas da Web 2.0. Aliás, esta versão de utilização da Web veio precisamente alterar radicalmente a forma como os utilizadores interagem na net, passando de simples utilizadores passivos a utilizadores activos. Veja-se a forma como cresceram os serviços muitas vezes designados por social web, como é o caso do hi5, do MySpace, do Facebook e de tantos outros que fazem com que as pessoas, enquanto utilizadores, despejem muitas vezes tudo o que são informações pessoais que não interessam a ninguém para esta enorme rede virtual chamada Internet.
A Wikipedia é outra consequência da utilização da Web 2.0, mas com características e objectivos diferentes: a partilha do conhecimento através de uma grande enciclopédia comunitária, mantida pelos utilizadores da Web. Pena é que muitas vezes as informações lá colocadas possam não ser as mais correctas, mas isso por si só é tema para um post à parte.

Os blogues no entanto têm características que os distinguem das outras ferramentas que acabei de mencionar. Os blogues não se limitam, por exemplo, a dar a conhecer os seus autores apenas através dos seus nomes e das suas fotografias (quando estes se identificam), do número de amigos que o utilizador tem associados à sua página pessoal na social web, nem de uma qualquer frase preferida. Os blogues fazem muito mais do que isso. Mas será que poderão fazer mais? E de que forma?

Como serão e que potencialidades terão os blogues na próxima geração Web 3.0, a Web Semântica? – A qual não está tão distante como se possa pensar.
Não sei e prefiro não fazer prognósticos de como será. Se há coisa que a tecnologia me tem ensinado é que não é um bom princípio duvidarmos até que ponto ela pode evoluir num curto espaço de tempo.

Posso no entanto fazer um “apelo” a quem maneja as tendências na forma como nós, seres humanos, utilizamos a blogosfera: como disse ontem o Miguel Azevedo no programa da RTP-Açores «Estação de Serviço», o blogue é um diário de quem o mantém activo – concordo plenamente. E o meu “apelo” vai nesse sentido, que a blogosfera, enquanto conceito, nunca deixe cair essa característica que a diferencia das restantes ferramentas da segunda e terceira gerações da Web.

Categories: Blogosfera

Citação Geek

A computer lets you make more mistakes faster than any invention in human history. With the possible exceptions of handguns and tequila. :mrgreen:

Categories: Humor

Já ninguém está seguro em Paris?

A tecnologia é uma mais valia para a humanidade, penso que sobre isso estamos todos de acordo. Existe sempre, no entanto, uma sombra associada à tecnologia, e se esta for utilizada para fins duvidosos pode tornar-se inconveniente ou até mesmo perigosa. Não vou ao ponto de falar – por exemplo – no perigo que a tecnologia nuclear representa se cair nas mãos erradas, prefiro referir coisas mais simples e menos perigosas para a humanidade pronto.

Esta página é uma faca de dois gumes: de um lado a tecnologia em funcionamento; do outro a privacidade das pessoas posta em causa. Vão depressa perceber porquê.
Movam o cursor como quiserem em cima da foto, cliquem nos quadrados vermelhos e vejam o que se passa. O botão esquerdo do rato aumenta o tamanho da imagem e a combinação da tecla “crtl” com o mesmo botão diminui. Jouir de vous!

Categories: Tecnologia, Websites

David e a miúda do Golias

Categories: Imagens

Perfuração islandesa nos Açores

«The subsidiary of Iceland’s Jardboranir in the UK, Iceland Drilling, has signed an agreement with energy companies Sogeo and GeoTerceira in the mid-Atlantic Azores islands on experimental drilling in geothermal areas on the islands, as announced this week.» [Ler notícia completa em Iceland Review Online]

Via Google News Alert
(Thank’s Carlos)

Categories: Não Categorizado

Comentar? Só se for sobre as eleições, ou qualquer coisa do género.

Não tenho nada contra os blogues que abordam essencialmente a política, a sério. Sou até capaz de visitar frequentemente meia dúzia de blogues politiqueiros durante cerca de… huumm… 5 a 10 minutos.
Reconheço no entanto que a generalidade da malta que mantém activa a pseudo-elite da blogosfera nacional é malta inteligente, sensata (salvo alguns casos), culta, atenta e escrevem bem p’ra caraças (o que é uma mais valia, porque muitas vezes não dizem nada).
Do outro lado, sequiosos de novas entradas nos ditos blogues, estão os comentadores – que podem ou não ser bloggers. Os comentadores dos blogues politiqueiros são em norma gajos educados, tratam-se sempre por “Meu caro…”. É, acima de tudo, uma questão de cortesia. Qualquer dia começo a ler nas caixas de comentários destes blogues coisas do tipo: “Memória, caro blogger/comentador, memória…” ou “Muito bem! Muito bem…”.
No entanto, não compreendo porque raio grande parte dos comentadores dos blogues politiqueiros têm tendência para não comentar, nos referidos blogues, entradas que não tenham a ver directamente com questões políticas.

Vejamos o exemplo do vídeo que o Paulo Ribeiro colocou no seu arKipélago.

Excelente entrada que colocaste no teu blogue, Paulo. É daquelas que gostaria de ter sido eu a lançar às feras.

Categories: Blogosfera

X-WIFE é uma Banda a levar a sério.


Imagem descaradamente roubada da página dos X-WIFE no MySpace

X-WIFE é uma banda Punk/Rock da cidade do Porto. É constituída por João Vieira (voz e guitarra), Fernando Sousa (baixo) e Rui Maia (sintetizadores e bateria).

Gosto da simplicidade e seriedade dos elementos dos X-WIFE. Duas qualidades perfeitamente identificáveis nesta Banda (com “B” grande, à moda do Porto carago!) e reflectidas nas suas músicas.

A ouvir: X-WIFE, Ping Pong

Categories: Música

A fotografia que dará a vitória a Obama *

Tenho a certeza que não passou pela cabeça de McCain fazer figura de urso nesta fotografia.
O momento fotografado por Jim Bourg no fim do terceiro debate presidencial, não durou mais de 2 segundos. Era suposto McCain sair pela sua esquerda, mas enganou-se e o seu «Ooops…» saiu-lhe caro.
Um azar qualquer um tem.

John McCain não é qualquer um, portanto teve vários azares, eh eh.

* Eventualmente

Categories: Humor

Acabar com a pobreza… pois.

Há coisas que não podem ser escondidas. A pobreza é uma delas.

Categories: Não Categorizado

Isto dos blogues é tudo muito bonito, mas infelizmente não é perfeito.

Ou melhor, as circunstâncias é que nem sempre são perfeitas para manter um blogue. Quando um dos principais objectivos – escrever tudo o que apetecer – não é cumprido, é uma chatice. Acreditem.

Viver num meio pequeno tem destas coisas. Há que medir as palavras antes de transmitir uma opinião mais ousada. Há que reflectir sobre o risco e eventuais consequências de escrever ou não aquele texto de carácter crítico. Penso que neste sentido até sou um pouco desinibido. Não tanto como gostaria, no entanto.
Mas tudo tem limites e viver numa ilha, onde mais ou menos todos se conhecem, é um limite (quase) sempre presente na mente de quem não pretende expor-se demasiado, mesmo tendo em conta que estamos a falar de um espaço com as características de blogosfera.

Apesar de apenas agora abordar este assunto, penso nele desde que iniciei a minha presença na blogosfera. Já tive algumas entradas prontas a publicar mas que nunca viram a luz do dia, porque preferi, por uma razão ou por outra, não correr riscos desnecessários consequentes de eventuais más interpretações do que tinha escrito. Penso que se vivesse num meio maior provavelmente não teria de esbarrar com estas barreiras. Por outro lado também já houve momentos em que pensei: “Olha, que se lixe…” e nem olhei para trás quando cliquei em Publicar, tendo consciência que esse acto poderia ter, mais cedo ou mais tarde, consequências menos agradáveis, digamos.

Por vezes a própria linguagem que utilizo não é… a politicamente correcta, digamos assim. Não sei se serve de desculpa mas podia ser bem pior, até porque conheço, tal como qualquer gajo que se preze, o triplo dos palavrões que por vezes lanço nos meus textos. E se não os refiro é precisamente porque vivo num meio pequeno, onde o rótulo de mal-educado fica muito bem a quem tem educação e, por outro lado, não tem problemas em escrever um palavrão que todos conhecem, mas que poucos querem ouvir. Neste caso ler.

Vale-me alguma satisfação ao constatar que grande parte dos visitantes do «mb|Weblog» atravessam meio oceano Atlântico, ainda que virtualmente) para chegarem até cá, proporcionando-me assim a sensação de que as barreiras que referi não passam de meras ilusões.

Categories: Cenas do Blogue, Pessoal