Eu até sou amigo dos meus colegas e tudo!
Há pouco, enquanto almoçava, lembrei-me do que a Vanda me disse há uns dias a propósito de eu me queixar, de vez em quando, aqui no blogue, de alguns utilizadores do parque informático, ou melhor, das suas atitudes e posturas. Dizia-me ela, e com toda a razão, que eu poderia estar a passar uma mensagem menos correcta relativamente à relação que mantenho com os meus colegas de trabalho.
Pois bem, é no local de trabalho que passamos grande parte da nossa vida, enquanto trabalhadores activos. Dessa forma, temos de conviver com diferentes tipos de feitios e de personalidades. Lidamos com pessoas que podem facilitar ou dificultar a relação profissional entre colegas, podem transformar o local de trabalho num ambiente saudável ou num ninho de cobras (a Vanda que o diga).
De uma forma geral dou-me muito bem com os meus colegas (utilizadores do parque informático), com a excepção de um ou outro que, por questões que não interessam agora, têm a mania que os informáticos existem para resolver os problemas mal estes surjam, sem que haja a necessidade de estabelecer prioridades na resolução de todos os problemas que caem diariamente num departamento de informática. E não são poucos, acreditem. Mesmo assim tento manter, com um ou outro utilizador em questão, uma relação profissional cordial, educada e com base no respeito mútuo, o que nem sempre é fácil, reconheço, mas penso que me tenho safado bem.
Posso afirmar sem problema algum que tenho uma boa relação – em muitos casos óptima – com os meus colegas de trabalho, alguns dos quais considero amigos(as).
Obrigado à Vanda, minha cara metade, por alertar-me para esta questão e levar-me a desfazer algumas eventuais más interpretações sobre este assunto. Agora vou trabalhar porque não tarda nada os utilizadores estão a telefonar para cá e a baterem à porta a tirarem-me o juízo. Não há fogo que lhes pegue, raios! «Urgências é no hospital pá!»


