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Duas formas de facilitar a vida na utilização do Windows 7

Sempre que é lançada uma nova versão do Windows são introduzidas novas funcionalidades e, por vezes, é alterada a localização de algumas funções que já existiam nas versões anteriores. Isso pode levar a que alguns utilizadores menos pacientes fiquem com os nervos à flor da pele quando desesperam à procura de determinada função, cuja localização foi alterada ou faz parte do grupo das novidades introduzidas.

Embora o Windows 7 não tenha sido o sistema operativo com mais alterações introduzidas em relação ao seu antecessor, a verdade é que elas existem e nem sempre estão ao virar da esquina como muitos utilizadores pretendem.

Soluções para não perder a cabeça e fazer do PC uma arma de arremesso? Recomendo duas: a criação de um Super Painel de Controlo e a execução do “Windows 7 in a box”.

Em relação à criação de um Super Painel de Controlo estamos a falar de uma forma de ter todas as funções que são acessíveis através do Painel de Controlo normal mas de forma organizada e intuitiva, evitando assim ter de desgastar o botão do rato com sucessivos cliques até chegarmos onde pretendemos. Existem dois métodos que permitem criar um Super Painel de Controlo: o primeiro é através da criação de uma nova pasta no Ambiente de Trabalho e atribuir-lhe o nome “Master Control.{ED7BA470-8E54-465E-825C-99712043E01C}” (sem aspas). No segundo método devem criar também no Ambiente de Trabalho um novo atalho, atribuir-lhe o link “explorer.exe shell:::{ED7BA470-8E54-465E-825C-99712043E01C}” (sim sim, também sem aspas) e baptizá-lo com o nome que quiserem – penso que “Master Control” encaixa como uma luva.

Relativamente ao “Windows 7 in a box” (download), trata-se de uma pequena aplicação standalone (permite que a aplicação funcione sem a instalação de software, alteração no registo ou cópia de ficheiros para directórios específicos do sistema operativo) desenhada para ajudar os utilizadores menos experientes, ou mais impacientes, a orientarem-se através do Windows 7, sendo possível aceder através dela a todas as funções, desde as configurações de aparência à configuração da Firewall, entre muitas outras. Com esta aplicação o utilizador terá a sua vida facilitada, sendo que o único obstáculo que poderá encontrar, caso não domine a língua inglesa, é o facto do “Windows 7 in a box” não estar disponível em português.

Para finalizar uma breve nota: qualquer uma das duas soluções mencionadas são uma mais valia na utilização do novo Windows 7, porém impedem, digamos assim, que o utilizador conheça melhor o sistema operativo que está a utilizar. É tudo muito bonito e prático mas se o que querem mesmo é percorrer os corredores da casa e conhecer as suas divisões então aconselho que façam como nas Páginas Amarelas – vá pelos seus dedos.

Categories: Informática

Em harmonia ou em conflicto a natureza animal é sempre bela, não é?

Basta!! Agora é que o caldo entornou de vez! É só escrever este post e de seguida tratarei de enviar um e-mail a todos os meus contactos a exigir que nunca mais enviem mensagens para mim contendo imagens com fortes possibilidades de ferir a minha sensibilidade.

Acontece que estou francamente saturado de violência gratuita que em nada contribui para a minha felicidade.

Tenho perfeita consciência que não vivemos num mundo perfeito, onde a mãe natureza nem sempre permite que as mais diversas criaturas que coabitam a Terra – uma designação algo curiosa dada a área ocupada pela água dos oceanos – possam sobreviver em paz e harmonia, uma vez que a lei do mais forte é regra neste mundo de predadores e presas. Porra, e eu até gosto de ver programas de vida selvagem e outros que testemunham a vida no nosso planeta na sua plenitude.

Mas se eu pretender ver um urso polar a atacar um ser-humano de uma forma tão dedicada que até mete dó (e estou a ser meigo) como na imagem que recebi há pouco via e-mail e sem aviso prévio acerca da eventualidade de ferir a susceptibilidade humana, procuro um daqueles sites marados onde mau gosto entretém aqueles que se divertem com as mais diversas formas de violência mesmo que exercidas em consequência do instinto animal.

Para os curiosos a imagem está aqui. Não a coloquei visível no post por razões óbvias, conforme poderão confirmar se tiverem “estômago” para a visualizarem. Mas aviso desde já que… Epá que se lixe! Se querem ver, vejam, lavo as minhas mãos. Fui.

Categories: Imagens

Posts que gostei de ler (1)

Primeiro post inserido na nova Categoria Posts que gostei de ler.

Relativamente ao programa de debate da SIC Notícias Plano Inclinado, moderado por Mário Crespo e com a participação de Medina Carreira, Nuno Crato e João Duque, sobre os principais temas da actualidade, Rogério Pereira do blog My Web Time escreveu o seguinte:

Política económica nacional
Para quem, como eu, não pôde ver no sábado. Recomendável para todos os aprendizes de feiticeiro que acham serem apenas uns “velhos de Restelo”. Acontece que estes “velhos de Restelo” sabem mais em estado de coma que aqueles aprendizes acordados e carregados de cafeína.
[Link]

Prudência

Categories: Humor

Imaginam um Apple de cigarro na boca? Façam um esforço.

Confesso que nem sei bem como começar este post… (para terem uma ideia, já inseri reticências após a palavra “post” por quatro vezes). Muito bem, vejamos se é desta.

Segundo o site o The Consumerist existem técnicos dos centros de assistência técnica da Apple nos Estados Unidos da América que, pura e simplesmente, recusam-se a reparar computadores da marca liderada por Steve Jobs que tenham sido utilizados por fumadores, em ambiente de fumo portanto. O motivo que leva os técnicos a rejeitarem os equipamentos nestas condições é apenas uma: tratam-se de equipamentos contaminados representando dessa forma um perigo para a saúde. Compreende-se perfeitamente (cromos…), pois estes técnicos alegam que segundo as indicações da marca existe uma lista de substâncias perigosas que impede a utilização dos equipamentos por motivos sanitários, onde consta, como podem imaginar, a nicotina, substância que poderá invalidar o contrato de garantia dos equipamentos – poderia agora escrever aqui uma graçola qualquer relacionada com um Mac de cigarro na boca e os malefícios que tal acto poderia acatar para a máquina, mas seria demasiado básico e previsível, no meu entender.

Caramba, eu sou fumador e nessa qualidade tenho perfeita consciência do mal que a nicotina provoca no organismo (humano, entenda-se). Tendo consciência desse mal (sinto-o) e ainda assim continuando a fumar, sou também estúpido – mas isso é outra história. No entanto, e mesmo na qualidade de fumador, confesso que tenho alguma dificuldade em compreender a decisão tomada pelos técnicos e apoiada pela Macintosh, na pessoa do próprio CEO da empresa, the one and only Steve Jobs, o qual atribuiu a razão aos funcionários super-hiper-mega-anti-tabagismo – como diria a nossa querida Luciana Abreu. Ainda se tivessem encontrado beatas apagadas nos teclados ou algo do género… mas penso que não terá sido o caso.

Gostaria de ver a cara dos técnicos em questão se se deparassem com teclados cirurgicamente defecados com excremento de pequenos mamíferos roedores de cauda comprida, da família dos murídeos, como já me aconteceu por mais do que uma vez. Nem a HP se lembrou deste pormenor, nem da nicotina, numa das newsletters que recebo frequentemente e que tive o cuidado de publicar aqui em consideração por todos vós, estimados leitores deste blog.

Bom, mas regressando ao assunto deste post, o The Consumerist relata dois casos denunciados por utilizadores e clientes da Apple. Apesar de nenhum deles relatar situações cómicas, penso que vale a pena ler pois estamos perante duas histórias algo curiosas, no mínimo.

P.S. O que dirá o Gestor de Produtos Apple, Pedro Aniceto, sobre esta história? :mrgreen:

Categories: Cromos

Domínio Público – Biblioteca digital desenvolvida em software livre

Tive conhecimento da biblioteca digital Domínio Público já lá vai algum tempo, dois anos talvez. Cheguei lá através de uma hiperligação que recebi via e-mail e coloquei-a de imediato nos favoritos do browser, uma vez que falamos de um daqueles websites que convém guardar, usar e abusar.

O objectivo deste projecto, da responsabilidade do Governo Federal Brasileiro, é a partilha de conteúdos que passam por imagens (fotografia, gravura, ilustração, etc), textos (obras literárias – com uma forte presença de autores portugueses -, obras ciêntificas e técnicas, entre outros), som e vídeo. Tudo à disposição de qualquer utilizador da Internet, não estivéssemos a falar de domínio público.

Foi com alguma surpresa que soube há minutos, através do Charquinho, que o Domínio Público – Biblioteca digital desenvolvida em software livre está prestes a fechar por falta de visitas. É pena.

Categories: Websites

Estas curiosidades é que me matam

Categories: Internet

Discuta-se o que menos interessa, porque o resto são pormenores.

Por vezes fico sem saber se tenho o privilégio de pertencer a um grupo estrito de iluminados, ou se por outro lado – talvez com uma maior possibilidade de se aproximar da realidade – faço parte do enorme leque de estúpidos que não compreendem as motivações e as bases do douto conhecimento e do perspicaz entendimento dos nossos governantes (e de alguma opinião pública) relativamente aos projectos e respectivos debates relacionados com a construção de infraestruturas, tendo como objectivo o desenvolvimento e o bem-estar da sociedade onde estou inserido.

Faz-me confusão que uma boa parte da opinião pública (media incluídos) percam tempo a discutir em que cidade da ilha Terceira deverá ser construído o cais de cruzeiros, quando há muito que a população espera e desepera por um novo hospital, digno de servir os dois concelhos da ilha. Faz-me confusão que as pessoas não reivindiquem de uma vez por todas o início da construção do novo hospital com tanta convicção como emitem as suas opiniões relativamente à localização do cais de cruzeiros.

Faz-me confusão que governantes e autarcas permitam, conscientemente ou não, que essa questão – a do cais de cruzeiros – seja discutida na opinião pública como se fosse a prioridade absoluta para o bem-estar da população terceirense. Faz-me confusão que exista a possibilidade que o permitam como forma de esconder ou retardar a resolução dos verdadeiros problemas que tardam em ser resolvidos.

Faz-me confusão a possibilidade de andarmos todos – governantes, autarcas e população; eu e tu – completamente iludidos.

Faz-me confusão a forte possibilidade de eu ser mais um estúpido com a mania que é um iluminado. É triste.

Categories: Fricção