Liédson da Silva Muniz, mais um tuga sem bigode
Dedico este post a Liédson da Silva Muniz, mais um tuga de alma e coração sem bigode.
Heróis du má, nôbri pôvu
Náção valêntchi, imurtáu
Lêvantái hôji dji nôvu
O isplendô dji Purtugáu
Entri ais bruma dá mêmóriá
Ô Pátriá sentchi-si à vóis
Dus teu êgrégius avóis
Qui à dji guiar-tchi à vitóriá
Às ááármá, às ááármá
Sôbri à terrá, sôbri u máá
Às ááárma, às ááárma
Pêlá Pátriáá lutáá
Contrá us canhão
Márchá, márchááá
Esta versão, em português do Brasil, d’A Portuguesa, o hino nacional luso, foi descaradamente roubada ao seu autor, o senhor D`Arcy do Tertúlia Benfiquista.
Não me levem a mal todos os que concordam que as selecções nacionais de futebol devem incluir jogadores nas condições de Deco, Pepe, Paulo Assunção e mais recentemente (ontem) o Liédson. São bons jogadores e uma mais valia para qualquer equipa. Contudo, penso que não está correcta a forma e os objectivos com que são feitas as nacionalizações naturalizações dos jogadores referidos, e de mais uns quantos, brasileiros ou de outra nacionalidade qualquer, que se arriscam a tornar-se tugas.
Esta é a minha opinião, e vale o que vale.
Forçá Queirósz! Forçá Mádáil! Forçá gálera, vamo todosz ápôiá o time qui é di tôdos nóisz!












