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Archive for the ‘Pessoal’ Category

Vontades blogosféricas

Modéstia à parte, estou satisfeito com este blog, do que ele representa para quem o visita frequentemente e, sobretudo, do que representa para mim. É claro que este espaço tem dias melhores do que outros, ou, se quiserem, posts mais interessantes do que outros – que blog não os tem?

O mb|Weblog tem o privilégio de contar com algumas reacções, umas previsíveis, outras surpreendentes, de quem passa por aqui. O ideial seria que todos os visitantes se manifestassem, uma vez por outra, e que marcassem a sua presença além do registo que deixam ficar no contador de visitas. De qualquer forma as reacções dos visitantes, expressas através dos respectivos comentários, representam um factor de incentivo à continuidade de qualquer blog. E este, caro e estimado leitor, não é excepção à regra.

Contudo – para não dizer “Mas (existe sempre um mas…)” – por vezes apetece-me criar um novo projecto, paralelo a este pois bem. É uma vontade que esteve algo adormecida nos últimos tempos, sendo que começou a acordar recentemente um pouco por culpa, embora de forma indirecta e involutária, do Carlos Faria – ele mantém dois projectos interessantes: o primeiro numa perspectiva técnica; o segundo numa dimensão politico-social.

No meu caso apetece-me criar algo mais reservado, por um lado, e mais irreverente, por outro, sendo que teria de ser forçosamente num só espaço (se um blog requer muito tempo, dois requerem muito mais e três está fora de questão). Tendo em conta estas duas características tem-me sido difícil levar adiante esta minha vontade em criar apenas um novo projecto.

A concretizar-se terei de me restringir a uma só linha orientadora. Vamos a ver…

Categories: Cenas do Blogue, Pessoal

Post n.º 695

Que eu me lembre nunca me dirigi a uma unidade de saúde, hospital ou centro de saúde, com temperatura alta (de trinta e nove para cima), que não tivesse sido atendido por um médico. E contam-se pelos dedos de uma mão o número de vezes que tal aconteceu.

Desde que a minha filha nasceu, já lá vão quase quatro anos, também já foi a unidades de saúde por duas vezes (uma ao centro de saúde e outra ao hospital) pela mesma razão: febre resultante de infecções provocadas por viroses frequentes (urinárias, respiratórias) em qualquer criança, qualquer pessoa.

Este é o ponto de partida para o que vou relatar de seguida. Mais adiante neste post – quem sabe, eventualmente, artigo na impressa local – colocarei uma questão, uma simples questão apenas.

Mas vamos por partes.

Ontem à tarde a minha mulher recebeu um telefonema do colégio que a nossa filha frequenta. Informaram-na que a Leonor estava com febre, com 38.8 graus de temperatura para ser exacto.

A minha mulher, já a caminho do colégio, telefonou para mim a informar-me da situação, sendo que entendi por bem entrar em contacto com a Linha de Saúde Açores, a linha de apoio à Gripe A que o Governo Regional dos Açores disponibilizou para o efeito. Em circunstâncias normais eu teria esperado mais algum tempo antes de entrar em contacto com a referida linha de apoio, na expectativa de aparecerem, ou não – preferencialmente não, como é óbvio – mais sintomas que levassem a temer uma infecção do tipo Gripe A, tais como dores de cabeça e em diversas zonas do corpo e diarreia. Mas acontece que a nossa filha tem manifestado alguns sintomas de gripe sazonal nos últimos dias, nomeadamente alguma tosse, espirros esporádicos e algum corrimento nasal. Nada que não seja típico de uma época de mudança de estação. Mas febre não, essa apareceu durante a tarde de ontem, de repente, e sem avisar. Ainda esta manhã a Leonor estava muito bem disposta e activa. Ora isso é que me preocupou.

Eu próprio tenho estado engripado nos últimos dias, contudo nunca manifestei alguns dos sinais mais preocupantes provocados pelo vírus H1N1, apesar de uma ligeira subida da temperatura – nos primeiros dias desta minha forte constipação encaminhei a minha mulher e a nossa filha para a casa dos meus sogros, uma medida preventiva que achei por bem pôr em prática, sem querer contudo ser alarmista.

Continuando…

Durante o contacto com a Linha Saúde Açores mantive um diálogo normal com o outro interlocutor (adj., s. m.), baseado em perguntas pela parte deste e das respectivas respostas da minha parte, precedido de uma explicação dos sintomas que a Leonor apresentava. O que eu pretendia era apenas uma informação: deveria ou não dirigir-me já com a minha filha para uma unidade de saúde? Devo dizer que fui bem atendido pela pessoa que estava do outro lado da linha, embora tivesse notado algum nervosismo e falta de confiança da parte dela – tive de repetir alguns pormenores acerca dos sintomas porque entretanto o registo da chamada parecia mais importante do que a informação que eu estava a fornecer. Tudo bem, compreendo. Lá me disseram que deveria levar a Leonor ao centro de saúde do concelho onde resido e que iriam avisar o pessoal de serviço da nossa chegada. Agradeci e desliguei.

Chegados ao centro de saúde tínhamos à nossa espera no exterior, junto à entrada das urgências, um segurança de uma empresa privada que presta serviço naquela unidade de saúde. O senhor foi delicado, simpático e orientou-nos para uma zona onde tivemos de proceder à desinfecção das mãos e colocação das máscaras protectoras. Daí dirigi-mo-nos directamente para um gabinete especialmente preparado para casos de despistagem de Gripe A, onde nos aguardava um enfermeiro. Este tratou de medir a temperatura à minha filha, sendo que de seguida iniciou aquilo a que vou designar de “busca interminável por um médico”. Acontece que durante todo o tempo em que estivemos naquela sala de despistagem o enfermeiro fez vários telefonemas internos (e penso que pelo menos um externo, se não estou em erro) a solicitar a intervenção de um médico, sem alarmismos nem urgências. Apenas solicitou a presença de um médico – nesta fase, passado pouco mais de 30 minutos desde que o colégio entrou em contacto com a minha mulher, a Leonor já estava a chegar aos 40 graus de temperatura.

O médico não aparecia, sendo que a justificação que recebi do enfermeiro, ao questionar-lhe, foi de que se tratava de uma mudança de turno. Entretanto nenhum médico, ou médica, aparecia para ver a minha filha.

O tempo passava e o enfermeiro, sozinho, demonstrou um profissionalismo que nos deixou, a mim e à minha mulher, relativamente descansados tendo em conta o local onde nos encontrávamos com a Leonor e a razão pela qual estávamos lá. O homem insistia nos telefonemas a solicitar a presença de um médico, ou de uma médica, ou do raio que parta quem, pelo que percebi, anda a fugir com o rabo à seringa nestas coisas da Gripe A. Entretanto este profissional de saúde encaminhou a nossa filha para o raio-x, recolheu amostras para análise de despistagem de infecção provocada pelo vírus H1N1, identificou um ou outro sintoma que poderiam indicar outro tipo de infecção responsável pela febre, enfim, fez tudo aquilo que faria se estivesse na companhia de um(a) médico(a) e ainda mais alguma coisa.

Eu não sei que deveres e que direitos terá um médico neste caso particular da Gripe A. Mais, eu não sei concretamente que deveres e que direitos tem um médico no exercício das suas funções, posso ter uma ideia na perspectiva de leigo, do senso comum, mas não passa disso. Mas pretendo informar-me, nem que seja pela simples razão de perceber se a minha filha foi bem ou mal atendida do ponto de vista do normal funcionamento de uma unidade de saúde, estando ou não a ameaça da Gripe A a pairar no ar.

Não sei se a Leonor deveria ter sido auscultada, se deveriam ter efectuado outro tipo de recolha para analisar, no sentido de despistar outras fontes de infecção – urinária quem sabe. Enfim, não sei se, por exemplo, deveria ter estado presente um médico, ou uma médica, apesar de saberem que tinham sido solicitados.

 

 

Já passa das duas da manhã. Há pouco, por volta da meia-noite e meia, recebi um telefonema informando que o resultado da análise da amostra recolhida à minha filha, para despistagem de infecção provocada pelo vírus H1N1, é negativo.

Parei um pouco para descomprimir o nervosismo miudinho que me acompanhou, sem alarmismos, nas últimas horas. Por muito serenos que possamos estar e, se possível, optimistas em momentos mais preocupantes, a verdade é que o cérebro tenta, por vezes, pregar-nos algumas partidas e nessas alturas o pensamento pode tornar-se numa má companhia.

Neste momento, e após reler este texto, questiono se valerá a pena publicá-lo aqui no blog ou noutro sítio qualquer. Mas se não o fizer não terei a oportunidade de colocar a questão a que me referi no início: se tive direito a ser assistido por um médico sempre que me dirigi a uma unidade de saúde, se a minha filha teve direito a ser assistida por um médico sempre que eu ou a mãe, ou ambos a levámos a uma unidade de saúde; porque razão desta vez foi diferente?

Categories: Pessoal

Actualização ao post «Se calhar preciso é de um reset»

18:20
Hoje está a ser um óptimo dia de trabalho! Quase todos os problemas que se acumularam nos últimos dias estão resolvidos, faltando apenas um por solucionar. Mas uma coisa é certa: não será um ficheiro de dados do Microsoft Outlook (.pst) em conflito com o servidor de correio electrónico (Microsoft Exchange) que me vai estragar o dia. E amanhã o utilizador terá a sua conta de e-mail a funcionar perfeitamente. Vai uma aposta?

Vanda, se estiveres por aí é só p’ra dizer que hoje não tenho hora para chegar. Isto agora é como os samurais – uma questão de honra! ;)

21:35
Resolvido Afinal não está resolvido :\

Categories: Pessoal

Se calhar preciso é de um reset

O Homem é por natureza, e de uma forma geral, um ser insatisfeito. Eu, e quem sabe também tu, sou uma prova disso.

Hoje tenho o privilégio e o prazer de trabalhar numa área que me fascina desde a minha tenra pré-adolescência. Trabalhei e lutei (sem passar por cima de ninguém, o que não é muito comum hoje em dia) para conseguir desempenhar a profissão que desejava, numa empresa com uma dinâmica informática fora do normal, tendo em conta o meio onde vivo – neste aspecto o factor sorte (estar no momento certo, no local certo) também teve a sua cota parte de “culpa”, há que reconhecer a importância do facto.

Contudo, estou a passar por uma fase em que quase não suporto ver à minha frente “coisas” como computadores, servidores, routers, switchs, software, peopleware e tantas outras com que lido diariamente.

Por outro lado tenho a certeza de que, mais dia menos dia, esta fase ficará para trás. É que a paixão pelos bits e bytes continua presente…

Nota
O trabalho, esse, não espera. E enquanto escrevi este post resolvi mais um problema. :D

Categories: Pessoal

Um segundo, um segundo apenas.

Um segundo, apenas um segundo é quanto baste para que num dia normal a nossa vida se transforme num grande pesadelo, ou, na melhor das hipóteses, num enorme e valente susto.

Que o diga a mãe do bebé que foi literalmente arrastado mais 40 metros por um comboio na estação de Ashburton, na Austrália. Bastou um segundo para que o carrinho onde estava o bebé deslizasse na plataforma da estação, sendo apanhado por um comboio que por uma infeliz coincidência se aproximava na altura.

Ontem vi o vídeo da gravação da câmara de segurança da estação de Ashburton, no qual é possível assistir ao acidente que só por milagre – sorte para os mais cépticos – não acabou em tragédia, uma vez que a criança foi retirada de debaixo do comboio praticamente ilesa.

Eu imagino o desespero daquela mãe ao assistir impotente ao acidente, após ter tentado sem sucesso segurar o carrinho de bebé quando este começou a deslizar na plataforma da estação. Como também imagino o enorme alívio que ela sentiu ao constatar que a criança estava viva e praticamente sem ferimentos.

Qualquer pai e qualquer mãe, enfim, qualquer pessoa sabe que apesar do muito cuidado que possamos ter com as crianças, estas não estão livres de se magoarem, mesmo debaixo dos nossos narizes.

Recordo-me vezes sem conta de um fim de tarde de verão passado na praia, ainda a Leonor não dominava completamente o andar. Estávamos, eu e a minha filha, à beira da água. O mar estava calmo e as pequenas ondas que abraçavam timidamente a areia não tinham força suficiente para derrubar uma criança com menos de dois anos. Contudo a maré estava a encher e a água estendia-se pela areia fora de forma suave, causando dessa forma uma sensação de segurança. E ali estávamos nós, eu ao lado da Leonor e pronto a ajudá-la no que fosse necessário – na altura incentivava-a a entrar na água pelos seus próprios pés.

Bastou um segundo, o tempo necessário para que eu, olhando para o relógio, verificasse que horas eram. Bastou um segundo, o tempo necessário para que a minha filha tropeçasse nos seus próprios pés e caísse no momento em que uma onda abraçava a areia, cobrindo totalmente a Leonor de água, ficando ela, portanto, completamente submersa. Numa fracção de segundo estendi os braços e puxei-a com toda a aflição que senti naquele momento.

Penso que a Leonor nem se apercebeu do que tinha acontecido. Eu nunca mais esquecerei.

Escrevi no início e repito: um segundo, apenas um segundo é quanto baste para que num dia normal a nossa vida se transforme num grande pesadelo, ou, na melhor das hipóteses, num enorme e valente susto.

Categories: Pessoal

Ainda falta muito para o fim-de-semana?

Para quem não faz disso um hábito constante, trabalhar num fim-de-semana inteiro, com horário semanal e mais umas horas em cima, pode tornar-se algo estranho. É o meu caso, embora não se trate de nenhuma novidade para mim, pois de uma forma geral, para quem exerce a minha profissão, os melhores timings vão de encontro às horas em que não existem utilizadores nos sistemas, e isso implica trabalhar aos serões e aos fins-de-semana.

Confesso, ainda assim, ser estranho chegar à noite, pensar como é tão bom estar em fim-de-semana e, segundos depois, cair-me a ficha porque fui votar esta manhã e as eleições não se realizam à sexta-feira… Porra! Amanhã já é segunda novamente…

Mas o trabalho correu bem, conforme o planeado, e está praticamente finalizado. Isso por si só serve de incentivo para encarar mais uma semana de “luta”.

Categories: Divagações, Pessoal

Concorrência desleal

Se o Google te atirou para aqui enquanto procuravas por formas de sacanear o adversário com métodos de concorrência desleal, podes voltar para trás, bateste à porta errada.

Sabe muito bem um gajo afastar-se da blogosfera durante alguns dias, inclusive do seu próprio blog. E não me refiro apenas à falta de actualizações diárias no que às postas diz respeito, refiro-me sobretudo ao facto de quase nem entrar na área de administração do gajo (apenas uma vez em cinco dias), nem tão pouco visitar os blogs onde paro frequentemente. O mais engraçado é que o computador esteve sempre à mão e apesar do trabalho (que correu bem, em consequência de um planeamento detalhado) houve momentos livres, mas preenchidos por caldeiradas, caldos de peixe, mão-de-vaca e Pedras Brancas, entre outros trunfos da gastronomia típica da ilha branca, e tudo acompanhado de uma excelente hospitalidade graciosence. Pá, assim não há blog que resista, é concorrência desleal. :mrgreen:

Categories: Cenas do Blogue, Pessoal

Fases novas, novas dúvidas

Ao escrever este post corro o risco de tornar-me num blogger mais contraditório do que muitos que andam para aí a mandar bitaites a torto e a direito – como é, admito, também o meu caso.

Se por um lado apresento o mb|Weblog como um blog pessoal, por outro digo que afinal pode não ser bem assim. No meio ficam os(as) estimados(as) amigos(as), perdendo alguns minutos do vosso precioso tempo, para vir aqui constatar que este blog começa a tornar-se um pouco maçador, provavelmente até chato, quem sabe. Azar o vosso. Se voltam é porque querem, ninguém vos obriga.

Mas vamos ao que me traz aqui após 5 dias de pura ausência sem dar cavaco a ninguém.

Ser pai é maravilhoso! Ser pai, caríssimos, foi o melhor presente que a vida poderia oferecer-me, e fê-lo efectivamente. Após 3 anos de experiência na qualidade de pai – uma ainda muito curta experiência -, cresci enquanto ser-humano e, simultaneamente, enquanto homem. Aprendi, a título de exemplo, que a mundo gira à nossa volta apenas até que surja uma criança, filho ou filha, nas nossas vidas. A partir do momento em que somos responsáveis pela vida daquela criança as nossas prioridades alteram-se por completo. Digamos que o nosso Eu é transportado para o Eu da criança a quem proporcionámos a oportunidade de viver. Como podem facilmente perceber, ser pai é um privilégio. Um privilégio que nos priva de muitas horas de sono e nos oferece tantas outras de preocupação, desde o momento em que o bebé vai para casa até ao fim das nossas vidas. Mas ainda assim um privilégio.

A minha filha já passou a idade em que nos acordava várias vezes durante a noite para exigir aquilo a que tinha todo o direito; agora, com 3 anos feitos em Janeiro último, ela dorme como um anjo enquanto eu e a mãe reflectimos e ponderamos as opções e decisões que tomamos relativamente à educação da Leonor. E não é fácil, afinal estamos a moldar – coloquemos a coisa desta forma – um futuro adulto que poderá ser ou não (Deus queira que sim) uma pessoa justa, compreensiva, feliz, confiante e sensata. Se não for, a responsabilidade será em grande parte nossa. E já que teremos de assumir essa responsabilidade, espero que seja relativamente a uma educação responsável e saudável, proporcionada por nós à nossa filha, imperfeita como é óbvio, mas indo de encontro aos princípios com que orientamos a nossa vida. Será pedir muito? Penso que não. Penso que é perfeitamente legítimo para qualquer pai e mãe desejar que o seu filho, ou filha, seja uma boa pessoa e feliz, muito feliz.

A Leonor inicia agora uma nova fase da sua vida, assim como eu e a Vanda enquanto pais. Espero virmos a agir da forma mais correcta, tendo em conta o bem-estar da nossa filha. Mas as dúvidas, essas, estão sempre presentes. Vale-nos a Leonor ensinar-nos que a vida não tem de ser demasiado complicada, e nós vamos aprendendo com ela. Não deveria ser o contrário?

Categories: Pessoal

Nunca cuspas para o ar, pois pode cair-te em cima!

Lembram-se deste post? Não mudei de opinião, mantém-se a mesma. A diferença é que podem a partir deste momento rir-se com toda a propriedade às minhas custas, eu aguento.

O culpado, esse, é o suspeito do costume.

Categories: Pessoal

Eu escrevo, ela avalia

Se há coisa que devo fazer com mais frequência é reflectir sobre das análises que a Vanda, a minha mulher, faz ao que lê neste blog. Ela é a pessoa mais critica relativamente ao que escrevo, quer em termos quantitativos quer qualitativos, para o bem e para o mal. Se sorri ao ler determinado post escrito por mim, fico descansado, pois a mensagem foi aprovada pelo seu sentido critico. Se franze os olhos, fico desconfiado, pois não sei se leu algo que não lhe agradou ou se os óculos, que ficaram dentro da mala, estão a fazer-lhe falta. Se suspira, fico preocupado. Se solta uma gargalhada fico confiante e aliviado.
Ontem, após a minha mulher ler este post, disse-me umas poucas e boas que quase me levaram a eliminá-lo – só não o fiz por respeito aos comentadores que deram o seu contributo no post em questão.

Categories: Cenas do Blogue, Pessoal

Quem disse que os dias de sol são perfeitos?

Hoje é definitivamente um daqueles dias em que eu deixaria tudo o que tenho para fazer e baldava-me ao trabalho com uma pinta do caraças. Levaria as minhas mulheres a passear como se não existisse mais nada à nossa volta; nem trabalho, nem responsabilidades, nem horários… nada!

Mas não dá.

Assim não me resta outra alternativa senão continuar a re-inserir os PCs client na consola de administração da solução de segurança cá do sítio, que é como quem diz:

net use o: \\'ip do servidor'\ofcscan
o:
cd \admin\utility\ipxfer
ipxfer -s 'ip do servidor' -p 8080 -m 1
c:
net use o: \delete=

Categories: Pessoal

Caminhada no Facho

Post editado em 18-08-2009, 14:40

Facho-7

No passado fim-de-semana optei por fazer uma caminhada após o almoço. Agarrei a máquina fotográfica, saí de casa e desci a rua em direcção à marina da Praia da Vitória. Chegando lá, comprei uma água e dirigi-me ao início da escadaria da Serra do Facho, a qual não é mais do que o prolongamento da Serra de Santiago, na cidade de Nemésio. É uma escadaria um pouco longa para subir após uma refeição, mas devagar e admirando a paisagem faz-se bem. Uma vez no seu topo, decidi iniciar a descida não pelo mesmo trajecto, mas dando a volta junto à costa através do Caminho do Facho e de alguns serrados.
Neste belíssimo passeio ao início da tarde fui tirando algumas fotografias, entre a que se encontra no início deste post. As restantes podem ser visualizadas na minha conta do Flickr.