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Archive for the ‘Repost’ Category

Instantâneos LIFE no Google (Repost)

“Instantâneos LIFE no Google” – Publicado a 20 de Novembro de 2008

O Google Image Search está a disponibilizar em parceria com a revista LIFE uma parte do espólio fotográfico desta publicação… [Ler o post completo]

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My language is very expensive for your mouth (Repost)

“My language is very expensive for your mouth” – Publicado a 14 de Maio de 2008 [Link]

Numa tentativa de internacionalização do mb|Weblog, decidi que o título deste post seria escrito em inglês. E assim foi.

Nós, portugueses, somos quase todos uns tesos. Cada vez mais tesos. No entanto temos algo extremamente valioso: a língua portuguesa. A nossa língua é rica no vocabulário, é rica nas distâncias percorridas pelos quatro cantos do mundo, desde que os nossos antepassados resolveram aventurar-se por mares desconhecidos em busca de um futuro melhor para os seus descendentes – engraçado… um futuro melhor para nós, que estamos tesos ao fim de uns séculos. A língua portuguesa é ainda rica no significado que dá a sentimentos, como saudade, por exemplo.
Não pensem que vou aproveitar este momento para criticar o tão conhecido e actual acordo ortográfico, não é esse o objectivo deste post. Prefiro não falar agora do assunto que tantas palavras ditas e escritas tem lançado para a opinião pública. Prefiro falar de palavras e de expressões verbais tão tipicamente portuguesas. De tal forma que só poderiam ser atribuídas à língua portuguesa.
Não sei como é convosco, mas eu, quando cometo uma faux pas¹ (termos que designam acções ou palavras impensadas que involuntariamente causam constrangimento ao autor e/ou às pessoas a ele próximas – Link ²) justifico-me sempre com a desculpa que a língua portuguesa é uma língua traiçoeira. E se repararem nos pseudo-intelectuais, estes arrematam a expressão referida com o toque final «mas é uma língua rica meu caro». Temos palavras e expressões que são só nossas, só para nós têm “aquele” significado especial. Veja-se mais uma vez a força da palavra saudade. Haverá algum outro sentimento que seja tão forte, sincero e genuíno, quer pelo que representa na nossa forma de estar na vida quer na palavra que o designa? Uma coisa é sentir falta, outra é sentir saudade. Perguntem a um estrangeiro, a um inglês por exemplo, o que ele diz quando sente falta de algo ou de alguém. “I miss…” – será a resposta dele. Depois tentem – tentem apenas – explicar-lhe o significado de saudade.
Mas existem outros casos que evidenciam o carácter genuíno da língua portuguesa. Vamos lá buscar o inglês novamente, chamemos-lhe Michael. Suponham que a meio da vossa tentativa de explicar-lhe o significado do sentimento e da palavra saudade, ele põe em causa a vossa nacionalidade, isto é, o cromo pensa que vocês estão a gozar com ele e questiona: «Are you really fuckin’ portuguese?».
Que expressão podem utilizar nestes momentos em que a vossa nacionalidade – um dos vossos motivos de orgulho, certamente – é posta em causa? Como provar ao Mike que são portugueses, dos genuínos?

- «Vai bardamerda pá!»

¹ Assumo aqui, através deste termo, uma atitude tipicamente peneirenta francesa.
² Vim parar aqui ao pesquisar por gafe.

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4 Ismos Em Foco (Repost)

“4 Ismos Em Foco” – Publicado a 10 de Maio de 2008

Não sei se já referi, penso que sim, que escrever sobre política é bem mais complicado do que escrever sobre informática. Tão certo como os políticos (e pseudo-políticos) infor-cépticos estarem a rir-se neste momento.
Reparem, abordar o tema informática significa falar basicamente de 0’s e 1’s. Já opinar sobre política é um pouco diferente. Neste caso existe uma condicionante entre Sim e Não, existe o Talvez. (No Windows também aparece de vez em quando uns talvez esquisitos, mas é outra história.)
Por vezes, falar de política está directamente relacionado com promessas feitas por alguns políticos, que talvez possam vir a ser cumpridas, existe essa possibilidade, mas que muitas vezes não passam daí. Não passam de palha para o conteúdo do discurso eleitoral. Em consequência disso, falar de política é, também, criticar os políticos e colocar-lhes ao peito o rótulo de que “são todos uns filhos-da-puta interesseiros que estão lá só para governarem-se às nossas custas”. Rótulos esses que em muitos casos são atribuídos de forma injusta – alguns, vá lá. [Continuar a ler]

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Geeks: o mundo é deles (Repost)

“Geeks: o mundo é deles” – Publicado a 25 de Fevereiro de 2008

Antes de mais permitam-me que explique, a quem não sabe, o que é um Geek.
Geek é o termo utilizado na subcultura informática para designar o estereótipo do indivíduo com habilidade e interesse em tecnologia e programação acima da média. O Geek pode ser também considerado como um tipo de Nerd (cromo) com comportamentos anti-sociais. [Continuar a ler]

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